Mendoza Holidays
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ARGENTINA

Argentina

As regiões, o que visitar...

 

Informação Geral

Superfície total: 3.761.274 km2

População: 38,2 milhões

Densidade de População: 13 pessoas por km (2001).

Capital: Buenos Aires. População: 2,729,469 (dados oficiais de 2001).

 

Região Norte

Melodias de sol e pedra

Como fruto de um encantamento, os traços pré-colombianos da região permanecem imutáveis. Restos de fortalezas, de povoações indígenas, e de construções dos colonizadores são leais testemunhas do encontro de culturas.

O planalto de La Puna está coberto de contrastes geológicos. Sulcado por irregulares serranias, desfiladeiros e quebradas, esconde pitorescas aldeias tingidas pela terra e o sol. Os montes policromos enfrentam o vento e exibem em suas ladeiras, como única vegetação, belos exemplares de cactos. Somados às vastas planícies, imaculadas salinas e frondosas selvas subtropicais, conformam a terra fértil onde enraizaram as culturas ancestrais.

A rodovia 40, criada em 1935, percorre mais de 5.000 quilômetros, pelo sopé da Cordilheira dos Andes e atravessando 11 províncias, entre elas, as da região Noroeste. É por isso que pode ser considerada como a companheira ideal de viagem para descobrir os contrastes em 236 pontes, 13 lagos e salinas, 18 rios, 27 passos de montanha e 20 reservas e parques nacionais, vulcões silenciados, antigas povoações mineiras, estradas quíchuas, penhascos vermelhos e eternos vinhedos onde habitam povoadores com conversações musicais e gesto cordial. Toda a região se apresenta propícia para as atividades de turismo aventura: montanhismo, trekking, cavalgadas, mountain bike, avistamento de aves, turismo rural e excursões arqueológicas. Navegação a vela, canoagem e windsurfe são as opções, durante os dias cálidos, em represas e rios. Por outra parte, a variada geografia permite traçar circuitos preferenciais segundo as habilidades daqueles que farão o percurso, como acontece no Monumento Natural Laguna de los Pozuelos, a maior reserva de água do planalto, na qual convivem 50.000 aves.

A Quebrada de Humahuaca, declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, é um dos atrativos fundamentais. Uma infinita paleta de cores se estende sobre diminutas aldeias, com suas casas de adobe (barro amassado e reforçado por uma urdidura de cana ou palha secada ao sol) com tetos baixos, capelas antigas e restos de construções anteriores à colonização. Entre elas, Purmamarca, povoação indígena protegida pelo Cerro das Sete Cores, designação dada pelo singular resultado produzido nas diversas eras geológicas. Similar cenário se descobre em Maimará, numa franja de cumes batizada como A Paleta do Pintor.

Humahuaca, fundada pelos espanhóis no final do século XVI, alberga o Museu do Carnaval Nortenho, fonte de sabedoria sobre os costumes da região. Também dentro da quebrada, o Pucará de Tilcara é um sítio construído pelos nativos que conserva a força da sua identidade. Um marco indica o Trópico de Capricórnio e convida, a cada 21 de junho, a celebrar o Inti Raymi ou Festa do Sol, celebração tradicional aimará para agradecer o início de um novo ciclo de produção agrícola. Cores, cantos, danças e orações harmonizam com o entorno para honrar a colaboração entre a natureza e os homens. Dentro das numerosas festas populares do rico mapa nortenho, os carnavais de Semana Santa concentram a maior quantidade de visitantes. Nas peñas, especialmente na província de Salta, se destacam a música e as variadas danças típicas, que convidam a se mover com seu ritmo. Nelas é possível, também, desfrutar dos saborosos pratos regionais nos que o milho e freqüente protagonista, acompanhado de pimentões e carnes. Além dos excelentes vinhos da região, pode-se provar a chicha, bebida a base de farinha de milho e água.

 

Os Vales Calchaquíes, espalhados nas províncias de Catamarca, Tucumán e Salta, se abrem através de serpenteantes caminhos e matizes. As ínfimas povoações apresentam a sua história traçada nas pedras, como acontece em Santa María, uma das aldeias mais importantes dos indígenas yokavil. Cachi, pequena povoação de casas baixas e brancas e ruas empedradas, rodeada de picos nevados, serranias e pelos rios Cachi e Calchaquí. Sus igreja de São José, construída no século XIII, é uma jóia de sobriedade com suas paredes imaculadas e assoalho, vigas e teto de madeira de cacto cardón. Em qualquer uma das povoações do Noroeste, os visitantes poderão ser silenciosas testemunhas de um misachico: procissão de um pequeno grupo de pessoas que levam a imagem de um santo (ornamentada com fitas e flores), que não pertence a uma capela, senão a uma família. A figura é carregada nos ombros desde a residência do seu dono até a igreja da povoação mais próxima e acompanhada pelos acordes de um bombo e um violino em Salta; de um acordeão em Santiago del Estero; e de erkes em Jujuy.

No centro da região, a soberba selva tucumana circunda parte dos fecundos terrenos dos vales. Nela está Tafí del Valle, sulcada de rios, cascatas e rápidos, aproximadamente a 2.000 metros acima do nível do mar, que apresenta especial atrativo para os amantes do turismo arqueológico. Em expedições em veículos 4x4, a cavalo ou de bicicleta, é possível percorrer o fértil vale e os sopés dos montes El Pelado, Muñoz, Ñuñorco e Mala-Mala. Ainda que o clima é generoso durante o ano inteiro para o turismo, a Semana Santa apresenta um atrativo extra: artistas e habitantes do lugar recriam a Paixão de Cristo em cenários naturais. Também é tradicional Amaicha del Valle, ímã de culturas, por sua festa da Pachamama (terra Mãe). Muito perto, uma caminhada pela Abra del Infiernillo permitirá tomar contato com famílias de lhamas e guanacos, que não se assustam com a presença do homem.

Se o interesse for pelos atrativos culturais, o Parque Provincial Los Menhires permite admirar peças graníticas esculpidas por indígenas tafi, enquanto as ruínas de Quilmes conservam a estrutura do que fora uma cidade fortificada. Em outras cidades, como Cafayate, Angastaco e Cachi, as tradições hispanas marcaram a fogo a arquitetura e os costumes, e como fruto disso a bela imaginaria que produzem as experientes mãos da sua gente. Cafayate também ganhou respeito por seus vinhedos, dos que nasce o famoso vinho Torrontés branco e frutado.

No Norte, os parques nacionais El Rey e Calilegua são dois cenários ideais para conhecer a vida natural da região. O primeiro, no centro da província de Salta, exibe cinco níveis com variada vegetação onde convivem pumas, zorros, veados-catingueiros e tapires. O parque, de mais de 44 mil hectares, conserva a geografia de yungas (um dos ecossistemas de maior diversidade do país) e do chaco árido. Alguns dos circuitos mais atrativos para conhecer e percorrer por sua riqueza são a Lagoa Los Patitos, o rio Popayán, Pozo Verde e o Caminho da Chuña. O segundo, no sudeste de Jujuy, também conserva sua frondosidade ancestral, conformada por cedros, trepadeiras e orquídeas silvestres, entre muitas outras espécies. Nele se protege o jaguaretê. Espécie e, risco de extinção e, nas alturas, o tucano grande dirige o coro de mais de 400 espécies de aves. Atravessando por riachos, o parque une quebradas e montanhas com picos que superam os 3.000 metros de altura. Os montes Hermoso, Amarillo e Morro Alto são os preferidos pelos amantes do trekking e da escalada. Outro cenário de enorme beleza natural é o Parque Nacional Los Cardones, cujo nome se origina de uma espécie de cacto gigante (cardón), utilizado pelos antigos habitantes para construir suas moradas. E, dentro dos atrativos tradicionais, não deve faltar o passeio no Trem às Nuvens. Parte de Salta, a cidade de maior cunho colonial da Argentina, e atinge os 4.200 metros de altitude, com visitas panorâmicas de infinita beleza. Amarelos, verdes e vermelhos sucedem-se ao ritmo do trem. A variada geografia motiva a visita de manadas de guanacos às poças e depósitos de água, assim como o vôo do condor por um céu límpido. De regresso, a cidade apresenta uma perfeita unidade entre as suas casas simples e baixas com a suntuosidade dos edifícios religiosos, como a ornamentada catedral, o estilo gótico impresso na Igreja de la Merced, e os inconfundíveis vermelhos e ouro da Basílica de San Francisco.

Dentro das capitais provinciais, San Miguel de Tucumán é a que melhor explica os acontecimentos mais importantes dos primeiros anos de conformação do país. A Casa Histórica da Independência, sede do que fora o Congresso que no dia 9 de Julho de 1816 proclamou a independência, constitui um dos edifícios mais emblemáticos. Mas não apresenta apenas valores históricos: no seu pátio posterior estão os relevos realizados pela escultora tucumana Lola Mora, além de móveis, prataria e documentos da época. Na hora da diversão, as ruas Muñecas e Mendoza, exclusivas para pedestres, oferecem infinidade de bares, restaurantes e lojas.

 

Tanto nas capitais províncias quanto mais povoações menores, é possível adquirir produtos artesanais de grande valor contido na paciência e na herança ancestral do desenho, como acontece com os tapetes em Catamarca e os tecidos e ponchos em Tucumán. A rodocrosite ou “rosa do inca”, pedra nacional, pode ser adquirida transformada em belas jóias, assim como joalheria em ouro e prata com materiais e motivos locais.

Dentro da ampla gama de atividades que propõe a região, o tratamento em águas termais é a melhor fórmula para repor energias e desfrutar dos benefícios das terapias naturais integrais. Termas de Río Hondo, em Santiago del Estero, Taco Ralo, em Tucumán, Rosario de la Frontera, em Salta, Termas de Reyes e Complexo Termal Aguas Calientes, em Jujuy; e balneários termais em Tinogasta e Fiambalá, província de Catamarca, são as principais opções. Os complexos dispõem de serviços de primeiro nível e de atividades recreativas, como restaurantes, bares e cinemas. E, se de identidade se tratar, o turismo rural permite ingressar no habitat dos residentes da zona e conhecer a pródiga natureza. Atividades como a ordenha, a marcação, o topamiento, a colheita do tabaco e da cana-de-açúcar são algumas das propostas que se combinam com a aprazível estadia nos casarões das fazendas e fincas da maravilhosa região.

Menos de 200 quilômetros separam San Salvador de Jujuy das Salinas Grandes, uma das maiores depressões do Noroeste. São 12.000 hectares de sal a campo aberto, um manto branco que emudece. Como um espelho perfeito, o céu se reflete e se confunde com o solo, por isso os habitantes da região utilizam as serranias laterais como bússola.

A selva de yungas, que se estende por Salta, Jujuy e Tucumán, alberga uma imensa biodiversidade de flora e fauna. Também conhecida como selva de montanha, sua nebulosidade constante se deve às massas de ar úmido provenientes do Atlântico. Os baqueanos percorrem a cavalo os intrincados caminhos pelos que transladam suas mercadorias.

Em língua aimará, Purmamarca significa: “povo da terra virgem”, expressão que é mantida no estilo de vida de seus povoadores. Às suas costas, o Monte das Sete Cores, formado há 75 milhões de anos, irradia sua policromia: vermelhos, ocres e violetas, em perfeita proporção. Lhamas, guanacos e vicunhas habitam seu entorno, enquanto condores e águias a vigiam desde as alturas.

Páginas seguintes: Descoberto há cem anos, o Pucará de Tilcara, espécie de castelo de pedra com igreja, cemitério e bairros, revela a forma de vida dos Omaguacas. As restauradas Ruínas de Quilmes permitem conhecer a complexidade deste assentamento, que perdurou durante seis séculos. A região também oferece cavalgadas, passeios em veículos especiais até salinas e vulcões e safáris fotográficos.

O Trem das Nuvens, um dos mais assombrosos do mundo, se eleva até os 4.200 metros de altitude e atravessa 217 quilômetros. A colossal obra de engenharia dirigida por Richard Fontaine Maury transita por 19 túneis, 29 pontes, 9 coberturas e várias pontículas, desde os que se obtêm vertiginosas vistas da Cordilheira dos Ande. O trem oferece os serviços necessários para amenizar a travessia.

Como um jardim botânico na altura, o Parque Nacional Los Cardones tem infinitas variedades de cardones e cactos. Entre os caminhos do antigo Império dos Incas e o Vale Encantado, cada exemplar leva dezenas de anos elevando-se para o céu. Seu fruto, a pasacana, desprende 80 mil sementes, mas apenas uma germinará e crescerá de um a cinco centímetros por ano.

 

O Noroeste é uma região de elevações multicolores pertencentes às serras subandinas. Entre os seus vales e quebradas se estendem extra-ordinários rios e reservas hídricas como a Represe Cabra Corral, a segunda em tamanho da Argentina. Desde o céu é possível desfrutar da variedade de cores e formas que a natureza determinou.

O caminho batizado como Ladeira do Bispo (Cuesta del Obispo) une as localidades de Cacho e Chicoana. Trata-se de um dos sítios mais propícios para a cultura do tabaco, no Vale de Lerma. Deve seu nome a uma anedota que data do século XVII: na época, Monsenhor Cortázar, foi descoberto pelos povoadores enquanto pernoitava na ladeira.

Entre as ladeiras montanhosas aparece Coctaca, com uma importante jazida arqueológica da civilização omaguaca. A timidez de seus habitantes desaparece no momento em que se começa a compartilhar com eles a história da sua terra. Perto de Cachi Adentro, nos Vales Calchaquíes, os rios de desgelo são fonte de subsistência para os pequenos vilarejos.

Encostada sobre a ladeira de uma montanha, Iruya mantém viva sua cultura e história. Sua igreja se impõe entre as humildes e coloridas casas de tetos baixos. A vertigem de viageiro se comove perante sua aprazível beleza, banhada pelo sol. Excursões a pé, em mula ou 4x4 permitem desfrutar também dos vilarejos vezinhos.

O caminho entre Seclantas e Cachi, é um reduto da tradição. Nele moram alguns dos mais talentosos tecelões, que deixam sua perseverança como apreciada herança a seus descendentes. O poncho saltenho vermelho, com sua listra lateral preta, se impõe como o desenho mais popular e uma das peças que comercializam as numerosas lojas de venda de artesanato.

Amaicha del Valle descansa aos pés do deserto, com os montes como guardiães. O museu da Pachamama é um monumental espelho da história, das crenças populares e da riqueza geológica e antropológica das etnias originárias. Na festa à Mãe Terra, as copleras balançam suas coloridas vestimentas e chapéus e espalham seus cantos pelos cumes.

Payogastilla representa um dos mais belos vilarejos atravessados pela Rodovia 40, coluna vertebral do Noroeste. As convocadoras e bonitas capelas prestam testemunha da religiosidade que une seus habitantes. A exuberante ornamentação da Catedral Basílica de Salta, com fachada de estilo italiano clássico e três naves caracterizam-na como um dos templos mais luxuosos do país.

As propostas de alojamento são múltiplas, todas com excelente nível de serviços. Estabelecimentos tabaqueiros, agropecuários e bodegas renovaram sua infra-estrutura e hoje são catalogadas como hotéis boutique. 

Região Centro - Córdoba

O remanso da serra...

A província de Córdoba, no coração de Argentina, combina uma fórmula sublime, de tranqüila estadia nas serras, uma intensa vida noturna, o contato com a cultura e a história, e o conforto que buscam os turistas mais exigentes. Infinitos horizontes, vastos campos semeados e calmos povoados, fazendas com casarões históricos, delineiam grande parte da paisagem.

Sierras Chicas é o nome da região na qual se espalham numerosas vilas de verão, rodeadas duma rica vegetação e por uma serpenteante geografia atravessada por riachos de águas cristalinas e saltos. Villa Allende, com um dos campos de golfe mais admirados do país; Unquillo, com o Museu Lino E. Spilimbergo, na que fora a residência do artista; Río Ceballos, com seu monumento ao Cristo e a represa La Quebrada, e Salsipuedes, com grutas e maravilhosas igrejas, propõem um descanso prazeroso, sem deixar de lado as atividades recreativas e os passeios históricos e gastronômicos.

No noroeste se estende o Vale de Punilla, uma das zonas mais sedutoras. Villa Carlos Paz, La Falda, Capilla del Monte, San Marcos Sierras, Tanti e o Monte Uritorco são os principais pontos de atração. Balneários, represas, rios e riachos compõem a ampla oferta para divertir-se ao ar livre, como a navegação a vela, canoagem, remo, motonáutica, esqui aquático e windsurfe. De cavalo, de bicicleta ou a pé, todas as cidades da zona escondem, nos seus arredores, diferentes cenários agrestes de grande encantamento. No mesmo vale está situada Cosquín, capital nacional do Folclore, no pé do monte Supaj Ñuñu, também chamado Pan de Azúcar (Pão de Açúcar). Além dos belos balneários ao longo do rio Cosquín, apresenta terrenos ideais para a prática do trekking e para realizar escaladas.

Por sua parte, La Cumbre conta com arredores privilegiados, escolhidos pelos imigrantes ingleses para se estabelecer; por essa razão destaca-se o estilo arquitetônico dos imponentes casarões da cidade e a tradicional cerimônia do chá, perfumada pelas extensas plantações de lavanda. Uma das propostas obrigatórias  de La Cumbre é a ascensão ao Cristo Redentor, situado no alto da serra La Viarapa, símbolo de peregrinação durante Semana Santa. Os entusiastas do turismo cultural podem visitar a residência El Paraíso, que conserva a biblioteca e objetos pessoais do reconhecido escritor Manuel Mujica Láinez. San Marcos Sierras é o local escolhido, desde a década de 1930, por naturalistas, ecologistas, artistas e terapeutas de disciplinas alternativas, para ampliar e pôr em prática seus conhecimentos. Como resultado, a cidade oferece uma variedade de propostas para o turista, refletido inclusive no espírito dos seus moradores, tingido pelo clima benigno e pela calma dos arredores.

Cruz del Eje expõe extensas plantações de oliveiras e empreendimentos derivados da sua cultura, que podem ser visitados pelos viageiros. O lago homônimo é um destino privilegiado para os pescadores esportivos, aficionados à náutica e todos aqueles que queiram desfrutar do sol da serra em seus balneários. O Uritorco merece especial atenção: nele convergem todo tipo de mitos e lendas, incluindo testemunhas que dizem ter visto óvnis. O ar puro, as águas cristalinas do rio Calabalumba e as noites estreladas, propõem se apreciadas em excursões familiares, acampamentos, trekking noturno e cavalgadas guiadas por trilhas bravias. Os cartazes informativos deste lugar permitem descobrir a fauna e flora típicas da região. Também, no pé do monte funciona um centro de águas termais muito visitado.

O Vale de Calamuchita se caracteriza pela coexistência de pequenas comunidades com identidade própria e pela beleza de suas agrestes paisagens, que a tornam ideal para diversas atividades de turismo aventura. A Villa General Belgrano é uma das localidades mais bonitas, onde se estabeleceram imigrantes alemães, suíços e austríacos, que deixaram sua impronta na arquitetura (casas de madeira baixas com telhados vermelhos a duas águas), é uma excelente oferta gastronômica, na qual não faltam as cervejas artesanais e os pratos típicos, além das festividades temáticas que lhe somam atrativos. Próxima, La Cumbrecita é a única cidade exclusiva para pedestres do país, que lhe dá um atrativo adicional ao seu particular estilo composto por construções de madeira e jardins florescidos, que perfumam suas ruas.

Uma atrativa caminhada permite chegar até La Cascada, uma impactante cachoeira que surge entre frondosos pinheiros, que se deposita num espelho d’água de 9 metros da profundidade. Desde o monte La Cumbrecita, de 1450 metros de altitude, é possível apreciar de generosas vistas panorâmicas dos arredores. Outro destino escolhido é a represa do Rio Tercero, que foi construída em 1936. Na atualidade é um paraíso dos esportes náuticos, da pesca de peixe-reis e do descanso em uma atmosfera natural, cercado de clubes, albergues, lanchonetes, e restaurantes que respeitam a harmonia da paisagem.

No oeste da província, no vale de Traslasierra, surgem as pitorescas ruas de Mina Clavero, onde partem excursões para fazer trekking e escalada pelos arredores. As águas semi-termais do rio Panaholma têm propriedades terapêuticas e o rio Mina Clavero oferece balneários em suas aprazíveis margens. Ao longo da Avenida San Martín, sucedem-se propostas para a vida noturna e a diversão a toda hora, entre as que não faltam as discotecas, os bares e até uma feira de artesanato. Dentro das propostas culturais, está o Museu Comechingón (com restos arqueológicos das culturas pré-colombianas), e o Museu Rocsen (com amostras geológicas, de zoologia, física e antropologia, entre outras riquezas). Villa Dolores, cidade capital da comarca, apresenta um importante desenvolvimento produtivo, comercial e de serviços; não obstante, conserva seus costumes tradicionais. A igreja paroquial, o balneário e as excursões aos bosques nativos dos arredores e à represa La Viña, são apenas alguns dos seus diversos atrativos. A paisagem é dominada pelas ondulações do terreno, cujo expoente máximo é o monte Champaquí, de 2.790 metros de altitude. Uma caminhada pela região permite apreciar o desenvolvimento da paisagem em vales abruptos e riachos, com o encantador perfume das ervas aromáticas que ali crescem. O monte é também acessível por meio de travessias em veículos 4x4, mountain bike e cavalgadas.

 

A terra vasta culmina nos vales férteis, habitados por capelas e fazendas do século XVII e XVIII, muitas delas herdadas dos Jesuítas. Alojar-se nas fazendas é ideal para conhecer em forma direita a cultua da vida do campo, para compartilhar uma roda de mate, um excelente churrasco, um galope a cavalo e sentir a sensação de ser um autêntico gaúcho conduzindo ou marcando gado. Isto é possível graças a que muitas fazendas de famílias tradicionais adaptaram sua infra-estrutura para oferecer alojamento e atividades de turismo rural; esportes como a equitação, o pólo, o golfe, a caça e a pesca; e observação de fauna e flora. Além disso, Córdoba oferece atividades para os intrépidos que amam as alturas: vôos em balão, parapente e avionete.

A capital província, situada ás margens do Rio Suquía, tem como pulmão verde o centenário Parque Sarmiento. Com o majestoso projeto paisagístico do francês Carlos Thays, se desenvolve em belas trilhas à sombra de um idoso arvoredo, interrompidas por monumentos ou pérgulas de grande atrativo. O lago, os bares e os restaurantes coexistem com um zoológico em um teatro grego, perfumados pelas generosas roseiras. Também, encontra-se ali o Museu de Belas Artes Emilio Caraffa, onde os artistas locais exiben suas obras, e a Cidade Universitária, no setor sudoeste. A cidade convida a entrar no labirinto da história, como acontece no Quarteirão Jesuítico, cuja construção data de 1606, nele se encontra a Igreja da Companhia de Jesús, a Capela Doméstica, a residência dos Jesuítas e o Reitorado da Universidade Nacional De Córdoba. Tombado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade. Cada um dos seus imponentes edifícios testemunha um gosto arquitetônico extra-ordinário, e um interesse, por parte dessa ordem, por se estabelecer neste território, assim como sua preocupação pela formação artística, humanitária e científica dos seus habitantes. A reconhecida organização produtiva dos Jesuítas deixou também a sua marca nas fazendas Jesuíticas de Jesús María, Caroya, Santa Catalina, La Candelaria, e Alta Gracia, às quais é possível chegar percorrendo vistosos caminhos serranos. Esta última localidade tem como emblema o seu açude; o templo, de belo estilo barroco; e o Museu Casa do Vice-Rei Liniers, que conserva peças nativas e objetos pessoais do Vice-Rei.

Merece ser visitado, também, o Parque Natural e Arqueológico Cerro Colorado, que fora um centro cerimonial das tribos Comechingones e Sanavirones, e permanece como um dos depósitos de pinturas rupestres mais ricos do país. Por outro lado, o Parque Nacional Quebrada del Condorito, na ladeira de Pampa de Achala, convida a descobrir seus tesouros geomorfológicos e paisagísticos: planície de altura, serra de rocha e quebradas sem fim. Foi criado em 1996 com o objetivo de preservar o habitat de condor dos Andes, que vive entre os penhascos e à beira do profundo cânion que dá seu nome à reserva. Habitam nele, também, águias e falcões. As cavalgadas, excursões de trekking ou de bicicleta acompanhados por guias experientes, facilitam o acesso aos pontos panorâmicos mais interessantes.

A gastronomia regional não é menos rica. Nenhum turista pode deixar Córdoba sem degustar de um bom churrasco, assado de diversas formas: com couro, à cruz e à grelha. A cozinha cordobesa reflete a influência das grandes imigraciones européias, como os pratos alemães na Villa General Belgrano e os enchidos e queijos do Friuli, em Colônia Caroya. Também, os alfajores de doce de leite são a sobremesa que melhor reflete a graça de uma cidade que se caracteriza por sua cortesia. Como lembranças que se destacam os facones, facas típicas do gaúcho; os mates, e os produtos de couro, como bolsas, carteiras e vestimenta.

Presos por um abraço numa noite estrelada entre as serras, por um barco que avança por seus incontáveis espelhos d’água, pela profusão de sabores de uma terra generosa ou pelo abraço do desconhecido que sempre acompanha com o canto de sua voz e por uma guitarra, aqueles que visitam Córdoba desfrutam das dávidas de uma natureza generosa.

Em qualquer época do ano, predominam o clima seco e o sol em Altas Cumbres. Seu entorno, tão variável quanto atrativo, é ótimo para as diferentes disciplinas associadas ao turismo aventura, como mountain bike. O Parque Nacional Quebrada del Condorito é o lar de anfíbios, répteis e da autóctone raposa-vermelha. O abrupto canhão é a cenografia do condor andino.

 
Dias festivos na Argentina
 
1º de Janeiro: Reveillon 

Março / Abril: Pascoa *

2 de Abril: Dia do veterano de guerra e mortos no combate de Malvinas

1 de Maio: Dia internacional do trabalho

25 de Maio: Aniversário do primeiro governo nacional

20 de junho: Dia da bandeira nacional

9 de Julho: Dia de independência nacional

17 de Agosto: Aniversário da morte do Geral José de San Martin***

12 de Outrubro: Dia da raça**

8 de Dezembro: Dia da Imaculada Conceição de Maria

25 de Dezembro: Natal
 
*     O dia não pode ser mudado.

**   Se o dia é terçã ou quarta feira, o feriado muda para a segunda feria anterior. Se o dia é quinta ou sexta feira, o feriado muda para a segunda feira seguinte.

*** O feriado ocorre na terceira segunda feira do mes.

 
Aeroportos
 
O aeroporto Internacional Ezeiza:neste chegam vôos de vários países americanos, europeus e de outros continentes. Aeroporto Jorge Newbery: Este aeroporto recebe os vôos nacionais e fica localizado a 30-45 minutos da cidade.

- Aeroparque Jorge Newbery   +54 11 5480 6111   

- Aeroporto Internacional de Ezeiza  +54 11 5480 6111   

 
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